
A Ipiranga Petroquímica
tem capacidade produtiva de até 700.000 toneladas/ano
de resinas termoplásticas: os polietilenos de alta
(PEAD), média (PEMD) e baixa densidade linear (PEBDL),
e o polipropileno (PP), que são produzidos nas cinco
plantas industriais do Pólo Petroquímico de
Triunfo, no Rio Grande do Sul.
Estas resinas são transformadas pelos seus clientes
em diversos produtos presentes no diaa-
dia. A Empresa é a maior produtora de Polietileno de
Alta Densidade da América Latina.
Desde que iniciou a produção, em 1982, a Empresa
aumentou em mais de dez vezes
a sua capacidade produtiva. Atualmente, tem em seu catálogo
mais de 60 produtos
diferentes.
Com forte atuação no mercado brasileiro, a empresa
também exporta seus produtos
para cerca de cinqüenta países, desde 1983. O
foco principal das suas exportações é
a América Latina, além da Europa, África,
entre outros continentes.
A Ipiranga conta com representantes em todos os países
da América Latina e em
diversos locais no mundo. Possui duas filiais comerciais no
Mercosul: uma em Buenos
Aires, na Argentina, e outra em Santiago, no Chile.
No Brasil, a empresa possui filiais em Porto Alegre, São
Paulo e Rio de Janeiro.
A IPQ tem como missão satisfazer clientes com produtos
petroquímicos e serviços, com qualidade e competitividade,
agregando continuamente valores ao negócio.
Tendo em vista tais preocupações, depois de
um intenso processo de atualização em
tecnologias de controle, a Ipiranga Petroquímica foi
certificada, sendo a primeira
produtora brasileira de PEAD a receber o certificado ISO 9001.
A empresa trabalha,
hoje, atendendo a rigorosas exigências de gestão
da qualidade, com certificações
emitidas por órgãos de reconhecimento internacional.
Para o gerenciamento dos Sistemas Certificados, a IPQ contou
com o apoio da Acttive
e implantou o software docNIX.
Segundo André Corte, administrador do sistema docNIX
da IPQ, buscou-se escolher
um software que oferecesse o melhor relação
custo/benefício e o docNIX foi o que se
adaptou, ou seja, uma solução Web de fácil
acessibilidade e que contemplava todos
os processos de qualidade.
Em princípio houve a migração de um sistema
interno para o docNIX. O processo de
implantação foi bastante tranqüilo, de
acordo com informações da própria IPQ.
Os
documentos a ser migrados foram disponibilizados à
Acttive, que já entregou o
sistema com os mesmos inseridos na base de dados, além,
é claro, da assistência
constante para eventualidades.
Em relação à adaptação
dos funcionários ao novo sistema, como muitos dos
processos não eram informatizados, os usuários
tiveram que ser reeducados, afirma
André Corte. A IPQ investiu em treinamento interno,
sendo que na ocasião foram
treinados aproximadamente 380 usuários.
O principal benefício analisado pela administração
foi o fato de que alguns processos
"engessados" foram agilizados com a utilização
do sistema. "O objetivo inicial desta
implantação era informatizar os processos da
qualidade, e isso foi atingindo, agora
começamos a visualizar possíveis nichos para
agregar ao sistema", elogia André
Corte.
Em uma avaliação do produto, a IPQ afirmou ser
um sistema extremamente útil por
sua estabilidade e navegabilidade, além do fato de
que o docNIX monitora as etapas e
emite cobranças via e-mail ao usuário, impedindo
que algumas ações fiquem paradas.
O Coordenador de Qualidade, Sr. Roberto Tregnago, pontuou
que "a entrada em
operação do sistema de gerenciamento docNIX
atendeu um pleito esperado com
grande expectativa na empresa. As dificuldades iniciais com
a adaptação foram
amplamente compensadas com o reconhecimento da utilidade da
ferramenta. O
sistema é amplo, abrangente, moderno e, após
alguma prática, torna-se fácil de
usar".
http://www.ipiranga.com.br/
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